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Covid: 167 milhões de brasileiros completam vacinação, 77,7% da população

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O Brasil conta com mais de 167 milhões de habitantes com vacinação completa contra a covid-19, como indica o boletim divulgado na segunda (13) pelo consórcio de veículos de imprensa integrado pelo UOL. Até agora, 167.045.549 brasileiros receberam as duas doses ou a dose única de imunizante, o correspondente a 77,76% da população do país. Os dados foram fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

Desde as 20h de sexta-feira (10), quando o boletim do consórcio de imprensa com dados de vacinação foi divulgado pela última vez, 54.756 pessoas completaram o ciclo vacinal — destas, 52.664 tomaram a segunda dose e outras 2.092, a única. Neste período, ainda foram aplicadas 2.856.481 doses de reforço.

Devido a uma revisão nos dados de vacinação do Piauí, o total de primeiras doses aplicadas desde as 20h de sexta em todo o país ficou negativo: -51.912

Ao todo, 178.748.205 brasileiros foram vacinados com a primeira dose, o equivalente a 83,21% da população nacional. Já são pessoas imunizadas com a primeira dose de reforço e com a segunda de reforço.

Quanto à vacinação infantil, 12.735.037 crianças entre 5 e 11 anos foram imunizadas com a dose inicial, o que representa 62,12% da população desta faixa etária; 7.462.932 finalizaram o ciclo vacinal (36,4%).

O estado de São Paulo apresenta a maior porcentagem de sua população com vacinação completa: 86,79% dos habitantes locais. Piauí (86,62%), Ceará (83,29%), Santa Catarina (81,42%) e Paraná (81,19%) vêm a seguir.

Em termos percentuais, o Piauí lidera em relação à aplicação da primeira dose: 93,33% de sua população. Na sequência, estão São Paulo (89,88%), Ceará (87,32%), Paraná (85,91%) e Pernambuco (84,87%).

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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