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Possíveis falhas que podem ser prevenidas com a manutenção preventiva de um ventilador pulmonar

via Vestatech

Os equipamentos hospitalares são peças cada vez mais fundamentais na prestação de serviço à saúde.

Eles não apenas prestam apoio aos profissionais em tratamentos e na obtenção de diagnósticos como, em alguns casos, salvam vidas.

E o ventilador pulmonar é um exemplo que permite um paciente continuar recebendo oxigênio mesmo quando o pulmão estiver comprometido.

Para isso, contudo, o bom estado do equipamento é fundamental.

A manutenção de equipamentos hospitalares como prevenção

Classificado como um equipamento hospitalar de suporte à vida, é fundamental que o ventilador pulmonar funcione conforme os padrões esperados.

O aparelho utiliza uma fonte de pressão positiva para enviar ar ao pulmão dos pacientes. E, para isso, é realizada a troca gasosa e a retirada da pressão para que ocorra a expiração.

Essa respiração artificial pode ser realizada por três vias: nasal, oral ou por meio de tubo de traqueostomia.

Seu funcionamento perfeito necessita a combinação a combinação das seguintes funções e recursos:

  • Energia de entrada 

É ela que faz o equipamento funcionar e pode ser obtida por fontes elétricas ou pneumáticas.

  • Sistemas de transmissão e controle de energia 

Esse sistema controla o fornecimento de oxigênio utilizando, para esse fim, um conjunto de válvulas.

  • Mecanismos de acionamento 

São diversos os mecanismos para acionar o equipamento, sendo que cada um deles emprega um padrão de pressão e fluxo.

  • Sistemas de controle de saída 

É esse sistema que ajusta o fluxo de gás que será administrado ao paciente.

  • Unidade central de controle 

Comanda todo o funcionamento do aparelho e, para a admissão do gás, utiliza quatro parâmetros: fluxo, volume, tempo e pressão.

É preciso que todas essas funções e recursos estejam funcionando de acordo com as expectativas. Caso contrário, sua utilização coloca em riscos a vida do paciente.

Esses não são os únicos aspectos que devem ser observados e receber a manutenção preventiva periódica.

Alguns acessórios do sistema, estejam a eles integrados ou não, também merecem a preocupação e o cuidado. São eles:

  • Válvulas reguladoras de pressão;
  • Misturador;
  • Controles;
  • Filtro de bactérias;
  • Nebulizador;
  • Umidificador;
  • Válvula de exalação;
  • Alarmes.

Sensores e válvulas danificados são problemas comuns encontrados e costumam ter consequências mais graves.

Sem eles o aparelho perde o controle de admissão, o que pode causar o envio ou a retirada de gás em demasia ou em falta.

Em ambos os casos as consequências para os pacientes podem ser fatais, reforçando a importância da manutenção dos equipamentos hospitalares.

A periodicidade das manutenções preventivas, assim como as práticas a serem adotadas, deve seguir a recomendação dos fabricantes.

Mas é importante ressaltar que o ambiente é o principal ocasionador de falhas nos equipamentos.

As oscilações nas redes elétricas são, também, vilãs, por ocasionarem a perda de potência, paradas inesperadas e mesmo queima dos equipamentos.

Além disso, capacitar os colaboradores que irão operar os equipamentos para minimizar os riscos de erros é outra questão fundamental.

Combinados os cuidados com a estrutura, capacitação de equipe e manutenção preventiva, seu hospital diminui os riscos de falhas e fica mais próximo da excelência em atendimento e qualidade.

Gostou deste artigo? Continue acompanhando nosso blog e tenha acesso a mais dicas para sua gestão hospitalar.

Até a próxima!

Fonte: Vestatech Engenharia Clínica | www.vestatech.com.br

Postado por: Maxx Saúde

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